Translate to English Translate to Spanish Translate to French Translate to German Google-Translate-Portuguese to Italian Translate to Russian Translate to Chinese Translate to Japanese
Ultimas Atualizações
AGENDA  (11-06-2018)
CURSO DE APOMETRIA  (22-05-2018)
TERAPIA PARA A ALMA  (22-05-2018)
Quem são os ajudadores  (21-05-2018)
AS CINCO ETAPAS  (17-05-2018)
Está com Dificuldades?  (17-05-2018)
QUEM SÃO ?  (17-05-2018)
QUER AJUDA?
O que mais incomoda você hoje?
Não consigo melhorar
Problemas financeiros
Vida afetiva
Vida profissional
Minha mãe
Meu pai
Minha saude
Minha religião
Ver Resultados

Rating: 2.9/5 (2499 votos)



ONLINE
1




Partilhe esta Página

PagSeguro


TEXTO DE MARILENE PITTA
TEXTO DE MARILENE PITTA

 

Maria Madalena e a Presença da Essência do Nardo em nossos Registros Akáshicos

Autor Marilene Pitta - terapeuta.marilenepitta@gmail.com

Marilene Pitta. Terapeuta Multidimensional. Sensitiva. Escritora. Conferencista em Congressos. Atualmente, está Coordenando dois eventos no Rio de Janeiro. Se tiver interesse, poderemos formar Grupos de Workshop em sua cidade. Informe-se. (21)3208-1260 ou 9 84781260.

1. Roda Xamânica, Feminino e Processos de Cura.

2. Maria Madalena – Legado Sagrado de Amor e Luz (rastreando memórias, códigos e vivências).

Maria Madalena: Legado Sagrado de Amor e Luz tem trazido para o meu coração uma imensa alegria, exatamente por que ela pode ser acessada em sua energia Divina e Crística. Como marca da presença do Feminino Sagrado ela incorpora as várias faces que somos nós mesmas em sua essência. 

Estudando as marcas históricas, os sinais antropológicos, os registros teológicos ou apócrifos eles evidenciam uma mulher forte, poderosa e ao mesmo tempo sensível, meiga e profundamente devocional. Uma mulher de presença única de um Amor Incondicional. Adentrar no campo energético de Maria Madalena é também assumir o percurso da nossa própria senda existencial.

Nesse trabalho (presencial ou online, já disponível para todos) percebi que somente trabalhando com o campo mental tudo ficaria muito restrito. É como desejar segurar com as mãos águas do oceano sem fim. É um esforço inútil. Se gasta energia de uma forma tola... Quando entrei em contato há muitos anos com essa energia o meu coração em meditação e estudos buscou encontrar uma forma de conexão onde a memória da alma falasse e demonstrasse sua identidade mais tangível.

Como profissional de Leitura de Registros Akáshicos percebi que essa ferramenta profissional poderia ser eficaz para esse trabalho de acessar: energia de Maria Madalena. Parece-me tangível falar sobre os textos, as revelações. A palavra oral é fascinante, ela flui com uma carga poética muito bela e de admirável maestria; mas sempre o racional conduz o raciocínio. Lógico que as emoções e sentimentos vêm á tona, ás vezes algumas lágrimas, um choro emocional contido, sentido e prateado por nossa própria dor.

Dessa forma, para iniciar esse contato buscar na Essência do Nardo essa contemplação, esse encontro sagrado de Amor e Luz. A pele guarda uma memória existencial infinita desde a nossa primeira respiração encarnatória. Segundo Israel Regardie, em The Tree of Life afirma “perfumes e incensos sempre foram largamente empregados em ritos mágicos; os antigos taumaturgos dedicavam-se a estudar a reação física e moral causada pelos diversos cheiros”. Então, quando se abre uma Leitura de Registros Akáshicos grupal. Através do contato aromático com o Nardo ele produz um estado elevado e de expansão de consciência. A informação que chega ao cérebro vem desse tempo imemorial, desse espaço além dos limites visíveis e leva-nos para esse entre lugar que conhecemos: imagens, sensações, palavras, emoções; tudo conectado em uma rede que se ilumina a cada momento de inspiração e expiração. Como se o Universo abrisse os braços e nos acolhesse nos afagasse e nos mimasse... Veja você tem essa partícula de Luz!

O Eu Superior libera a informação e com a intenção forma-se um esquema de informação e de vivência pessoa e intransferível. Gosto muito da afirmação de Jung quando marcou as palavras de Paracelso evidenciando que o espírito da quintessência é o espírito da verdade onde o corpo reconhece o vivido.

Acontece a alquimia no ser!

Procuro buscar os códigos dessa colagem com a energia de Maria Madalena para que cada pessoa sinta que esse chamado, esse toque em direção ao 

Legado de Amor e Luz não se manifesta na ilusão, mas em uma experiência de vida viva! O aroma é uma forma de comunicação. Possuem uma linguagem própria como também uma magia emocional.

Olhando o registro histórico a cena é deslumbrante... Imagine, sinta esse aroma e deixe a sua mente livra para contemplar essa cena. Certa noite, de acordo com Marcos 14:3 Jesus estava na cidade de Betânia. Sentado á mesa. Há uma espera no ar fresco que o vento possivelmente traz. De repente, entrou uma mulher com um vaso de alabastro e dentro dele não trazia o tradicional óleo de Oliva misturado com canela, mirra, cálamo e acácia como se honrava os sacerdotes no templo. Não. Essa mulher abriu o vaso de alabastro cheio de um perfume muito caro o “Nardo”; com elegância e espanto para todos banhou os pés de Jesus e abriu o seu coração em pranto, lágrimas, êxtase e entrega.

O aroma do Nardo (para quem o conhece) abre por si uma consciência crística, um registro de puro amor, deslumbramento, magnificência. Um toque do Criador em segundo eternos do viver.

É essa conexão que tento buscar nesse trabalho.

Onde nos situamos? Onde o nosso coração pulsa? Por que Maria Madalena nos convida a vivenciar essa aventura, essa história, tão pessoal e tão profunda?

Esse dado de experimentar a fragrância do Nardo exerce em nosso inconsciente lembranças e um contato de alo familiar. Propicia um acesso aos registros soterrados pelo tempo e abre uma passagem para o espaço que se ilumina e se desnuda.

Iremos caminhar silenciosamente com Maria Madalena e ela vai nos contando história de outra dimensão, de outra rede de luz. Quanto mais abro o coração para essa frequência de Luz, mais me aproximo de mim mesma na inteireza do Ser.

É assim que vamos iniciar nossa jornada de 2015. O bom é que cada pessoa pode entrar e sair quando desejar: portas abertas, sempre. Presencial ou Online.

Esse é o convite. A escolha... E a opção de cada pessoa.

O sentido de tudo isso é a construção de uma rede iluminada da Chama Cristíca do Masculino e Feminino Sagrado. O nosso Planeta está se transformando, transmutando e elevando sua energia. A Natureza está através da linguagem dos terremotos, furacões, tufões ajustando-se a

 

essa nova frequência, mesmo que nos cause tanto sofrimento, pranto e dor. Necessitamos aprender que uma das vias do crescimento é pela senda da dor.

Esse trabalho busca encontrar a senda do Amor que transforma nossas máscaras, nossa histeria, nossa ilusão em uma semente de verdade, de identidade, de plenitude... De ser aquilo que se é. Sem críticas ou julgamentos. 

Somos todo@s abençoado@s... Que essa Chama da Unidade traga para o nosso coração a canção do Bem Amado que nutre o coração de uma mulher atemporal chamada Miriam de Magdala. 

Que sejamos também cantores e cantoras da canção do Amor Divino, Sagrado, Incondicional.

______________________________________________________________

Maria Madalena – Legado Sagrado de Amor e Luz

Autor Marilene Pitta - terapeuta.marilenepitta@gmail.com

Maria Madalena – Legado Sagrado de Amor e Luz


Marilene Pitta. Terapeuta Multidimensional. Sensitiva. Escritora. Conferencista em Congressos. Atualmente, está Coordenando dois eventos no Rio de Janeiro. Se tiver interesse, poderemos formar Grupos de Workshop em sua cidade. Informe-se. Início, dia 4 de maio e 18 de maio.(estamos vendo a possibilidade de também ser Online) Investimento: 50 reais por cada encontro.

1. Roda Xamânica, Feminino e Processos de Cura.

2. Maria Madalena – Legado Sagrado de Amor e Luz (rastreando memórias, códigos e vivências).

Quando se confia verdadeiramente no Universo, os presentes acontecem, os milagres se manifestam a lei da sincronicidade ativa às coordenadas de ação e movimento. Foi assim em 2010 quando O Caminho de Maria Madalena chegou para mim e mais oito pessoas, cada uma com inspiração e sintonia espiritual no resgate á essa experiência sagrada. O voo foi suave e doce. Parecia que a Águia (aeronave) flutuava no ar. O vento soprava a favor e tudo corria de forma bela e silenciosa, só o coração pulsava de expectativa e alegria. Eu não comi nada. O alimento estava na alma. Nesse momento inúmeras lembranças vieram á tona: cenas e filme, trechos da Bíblia, estudos na UNIPAZ, retiros espirituais, imagens, palavras e mais um sentimento de “pertencimento” de chegada a uma casa de família antiga de tempos imemoriais... De tão antigo deixou somente rastros e pequenas pegadas quase invisíveis... O tempo não apagou, só diluiu. O espaço expandia minha consciência e enlevava minha alma. Sabia que algo extraordinário iria acontecer e que a ordem interna era para abrir o coração e receber tudo como bênçãos de um reencontro antigo. Pensei no Egito e em Israel (viagens anteriores). 

Enquanto sonhava acordada mais uma vez o Egito Antigo com muralhas, construções exuberantes, o Rio Nilo paciente e belo como uma mãe nutria a terra de todos e alimentava a colheita com grãos... Tive regressões a vidas passadas em cargos de Sacerdotisa de Faraós. Naquela ocasião, tinha uma habilidade preciosa para lidar com os aromas (creio que é por isso que amo cheiros, aromas e esse resgate estão acontecendo agora). Foram lembranças tão reais, vivas, e conectadas. Agradeci ao Grande Mistério por me propiciar tantas riquezas de vivências profundas e eternas. Ficou tão claro o gosto pela cultura egípcia, deuses, forma de viver mais ainda Isis e Osíris; a sintonia energética com o Olho de Hórus. Tudo tão mágico, fascinante e belo!
Ainda nas alturas, veio à experiência da viagem á Israel. O deserto e o milagre do trabalho, da tenacidade de transformar o terreno árido em plantações férteis, árvores frondosas com o vento trazendo histórias. Andar e rezar pelos lugares que o doce Rabi da Galiléia passou, andou, respirou, sofreu, e transmutou seu corpo físico em Luz. As igrejas, o murmúrio dos terços, os incensos, a estrada do encontro em Emaús, o vinho, as oliveiras, a terra... O cheiro da terra. O significado de estar no espaço-tempo com a paisagem que o Senhor contemplou, amou e viu... O olhar dele, a meiguice, as marcas do andar nas estradas de poeira e recordações. Os sinos... Como o badalar dos sinos trazem memórias, registros. Os galhos de palmeira da entrada em Jerusalém. Nunca esqueço o dourado da Igreja! As montanhas, o monte Sinai. O amado rio Jordão, banhar-se nas águas sagradas desse espírito da água foi magnífico. Uma sensação de pureza, bem aventurança e alegria na gratidão da arte de viajar. Depois Nazaré, Mar Morto, Mesquitas, marcas culturais... É uma vivência tão intensa que as palavras ficam vazias e sem sentido, tudo é tatuado na alma e no coração. A memória veio com uma força majestosa e inundou meus sentimentos de uma saudade, de uma falta, de um encontro que aconteceu em algum lugar tão familiar e tão distante. O amado discípulo João, Mãe Maria, Maria Madalena, os Profetas, os patriarcas tudo junto em uma ciranda viva de emoção. Chorei de alegria e felicidade. Um choro antigo, guardado, lacrado que nas nuvens foi aberto e o livro do viver ficou disponível para sempre.
Foi desse encontro abençoado que a marca de Maria Madalena ficou encantada. Li muito. Meditei bastante. Abri os meus Registros Akáshicos dessa época e fui juntando fatos históricos, registros, sinais, símbolos, códigos. Sempre soube que um dia iria trabalhar com esse ponto de encontro, como uma antiga Escola de Mistérios que iria divulgar não uma teoria, mas uma Sabedoria. Algo para ser sentido, experimentado, vivenciado e transmutado em energia viva e curadora. Entrar em contato com esses registros aos poucos foi sendo edificado na viagem que agora relato um pouco. 
A grande águia fez um pouso suave. Malas e sacolas. Respiração profunda e senti o ar da França Mística. Aos poucos deixamos uma Paris agitada, plena de encantamentos; a estrada surgiu solitária ornamentada de pequenas árvores. Chegamos á Vezelay onde está a maior Basílica dedicada á Maria Madalena. Ela fica no alto. É uma construção sólida. Imensa. Freiras dedicadas elaboram a essência de Lavanda que exala um aroma precioso, um toque de alma. Andar pelas ruas tranquilas, as pessoas se olham e se cumprimentam silenciosas. Todas sentem a presença feminina nas flores, no altar, na energia que dança no ar. O passado vem á tona e invade todo o corpo. Novamente, saímos em direção á Saint Baume e a Basílica de Saint Maximim. A experiência é indescritível. Eu estava recém-operada do joelho e teria que subir e atravessar uma pequena floresta para chegar á Caverna. Essa experiência registrou nos meus arquivos Akáshicos a jornada crística, e aconteceu um fato inédito: eu levava um tronco de árvore grande para me apoiar, de repente surgiu um grupo de pessoas e uma delas me deu uma bengala, (mais uma vez veio à mente o Simão Sirineu que ajudou Jesus). Essa viagem foi assim, tatuada de milagres. Na Caverna somente emoção e silêncio. Cada pessoa que estiver lendo esse texto eu vibro para que elas possam ter essa visão angelical, selvagem e divina tudo ao mesmo tempo: Maria Madalena – Legado Sagrado e Amor e Luz. Depois: Saintes Maries de La Mer, Maria Salomé, Maria Jacupé e Sara) , ritual na Igreja e mais memórias de sombras pela devastação do povo cigano. Adiante Aude, mais Carcassone até chegarmos a Virgem Negra em Limoux. Uma visita á Rennes 9 terra do mistério narrado no livro “Sangue Sagrado – Cálice Sagrado “ uma referência ao estudo da Família do Graal. Inesquecível esse belo passeio de solitude por entre ruínas, águas curativas, certamente usada por Maria Madalena. Cada flor silvestre, cada voo de borboleta, cada folha que caía das árvores centenárias eram testemunhas da história de vida que ali aconteceu. Resplandece aos nossos olhos Rocamadour... Incrustada no penhasco, sob o manto da montanha silenciosa, guardada por águias sábias... Entre ruas e muralhas altas, pequenas flores nas janelas e o vento assobiando como chamando as Virgens Negras. Os corvos sobrevoavam e anunciavam para que pudesse ouvir a sua linguagem: nesse local muitos rituais foram feitos... É o espaço da Madona Negra! Sentada em seu trono todo negro com uma coroa dourada segurando uma criança, quem sabe uma alusão a todos nós – filhos e filhas do tempo imemorial! 
Depois, fomos para o Monte Saint Michel ( saudações ao Arcanjo dourado que guarda todos nós) e mais a Catedral de Chartres...Andar no labirinto é a mesma sensação de agora: quando inicio esse trabalho de grupo com a Egregóra de Maria Madalena – Legado Sagrado de Amor e Luz.
Cada pessoa que for tocada por esse chamado creio que teremos a Frequência de Luz inundando silenciosamente o Planeta Terra em evolução...
Momento de Bênçãos! Momentos de Encontros! Momentos de Vivência. 
Silêncio. 

__________________________________________________________________

Registros: Memórias que ficam gravadas no Arquivo Akáshico

Autor Marilene Pitta - terapeuta.marilenepitta@gmail.com

 O espaço terapêutico nos oferece uma radiografia dos núcleos emocionais que todos nós passamos. Uns com consciência e outros só repetindo os padrões de raiva, depressão, medo, insegurança e o pior, a falta de Confiança na Vida, no Amor, e na Beleza. Ligamos o automático e lá vamos para fila do banco, o dinheiro curto para pagar todas (aí pendura daqui, atrasa dali) e a fila anda mesmo com os pés cansados. A face do ser humano está cada vez mais entristecida, melancólica; sei do contexto político-social-econômico; mas sei também do oculto, escondido, amarrado, soterrado, sufocado, estrangulado, ou seja, o nó emocional. Esse se despe todo dia em minha frente, sem nenhum pudor ou reserva (ainda bem)...

Lembro há muitos anos, um rapaz bonito, alto, com curso superior; muito tímido e com medo de amar. Quando abri os Registros, a primeira cena foi uma parede de livros e estava faltando um. Todos os livros eram de capa preta. Continuei o trabalho. O guardião dos Registros Akáshicos me levou para a sala dos relacionamentos. Lá estava: um rapaz de mais ou menos 17 ou 18 anos, vestindo uma batina de frei. Deitado por cima dos braços e chorando muito. 

Do lado, vi um livro de posições sexuais meio aberto. Exatamente, o livro que estava faltando na parede de livros. O trabalho continuou (não é o caso explicitar todo o trabalho) a marca da queixa inicial foi esclarecida.

Ou seja, ele trazia nas suas memórias celibatárias a censura, o pecado, à desobediência diante das regras de uma vocação obrigada por obediência familiar. 

Daí, a dificuldade em se relacionar, de acreditar que é possível ser feliz nas relações de afeto, de troca, de compartilhar e saborear o encontro com encanto, ternura e delicadeza. É tão profunda e eficaz essa ferramenta de trabalho terapêutico por que ela oferece uma possibilidade de desatar os nós e reelaborar a repetição dos padrões em todos os níveis. 

Esse arquivo é o nosso banco de dados, composto de aromas, sensações, lembranças vagas, esfumaçadas, mas que nos prejudicam tanto! Às vezes se deseja executar uma ação, porém, há uma barreira de chumbo que impede a realização. Desse modo, a pessoa vai se congelando, tornando-se uma ausência do viver. 

A fala terapêutica vem como uma cascata enlouquecida, tudo fica sombrio e sem o portal das possibilidades. Vale ressaltar que muitas vezes, o registro é aberto, revelado, atualizado; no entanto, há um ganho secundário: continuar sendo vítima, fazendo o papel do patinho feio (coitadinho... que peninha). A pessoa vai se nutrindo das migalhas que sobram. Exatamente, por que deseja ter completamente o controle sobre a vida, a situação, e não perdoa, não segue adiante; fica presa num passado sem luz, aprisionada numa cena onde o cadeado se soltou e a chave jogada fora, perdida, sumida. É essa trama terapêutica que envolve o meu trabalho, a minha escuta de entendimento, de profissão, de missão de vida. Na verdade, é a arte de cuidar da dor do outro, como um curador ferido. Como me faz bem ir aos poucos deslindando essa delicada rede de histórias.

Então, uma atualização energética e emocional (através da fala) dessa experiência foi realizada, cabe agora o desafio de arriscar, de se expor, de se mostrar; e a vida vai criando situações para que a pessoa se confronte com a mesma área de conflito e tome a decisão do seu coração, já iluminado pelo entendimento da realidade vivida. Aí, a terapeuta se afasta e aponta o caminho, a estrada... Cabe à pessoa seguir ou não. Clicando na opção: liberdade de ser e de escolher. Hora e abençoar a caminhada sem bengalas.
Assim, vou tecendo os fios das histórias em meu cotidiano. Desatando um nó ali. Liberando um laço acolá. Sempre respeitando o momentum, o instante sagrado do outro, que diz: não aguento mais. Por que acontece dessa forma? Entre lágrimas, gritos choros, prantos, silêncios, suspiros vamos desenhando o bordado da dor. Vai se revelando uma cor antiga. Uma sombra quase esquecida. Uma linha entrecortada. Uma mancha sem forma. Um traço fraco. Uma face sem expressão. Uma fala rouca. Um manto preto de um luto abafado.

Essas memórias estão nos Registros Akáshicos como um potencial a surgir em qualquer instante do viver. 

No momento da escolha, creio ser o momento mais emocionante para mim: (Presença das Frequências de Luz que vêm dos Seres Estelares) especialmente – Pleidianos ou Arcturianos – mais ainda dos Mestres Ascensionados. São símbolos, cores, gestos que são colocados no corpo energético, emocional, mental da pessoa que ali fica co-criando uma nova realidade em campo de ressonância. O som do gongo abre um espaço luminoso para essa experiência, absolutamente subjetiva. 

A terapeuta é simplesmente uma testemunha... Mais precisamente um canal de Amor e Luz.

Daí há de se cuidar na arte de ser terapeuta, sempre... Todo dia... Toda hora...Os desafios são enormes, mas o compromisso com o “olhar de cura”, como nomeia os Xamãs, ultrapassa os códigos ortodoxos e se trilha por outro Universo, aprendendo a planar entre as correntes de ventos emocionais fortes e bravios... Como uma velha Águia Sábia.

Por Marilene Pitta (Terapeuta Holística Multidimensional) Atende presencial e à distância, no Rio de Janeiro – Brasil. 

________________________________________________________________

O FEMININO SAGRADO (quando se escuta o Silêncio)

Autor Marilene Pitta - terapeuta.marilenepitta@gmail.com

Contato: marilenepitta@terra.com.br

É preciso encontrar a Mulher Sábia para poder transitar nas águas do FEMININO SAGRADO.A menarca, as perdas, o luto, o parto, o nascimento, os ancestrais e os descendentes...Toda essa cartografia faz parte da dança do feminino sagrado; que é multifacetado por formas, sombras, fumaça e luz!
Vem de uma fonte profunda, ás vezes dá medo mergulhar nessas águas escuras sem a visibilidade do sol.É embaixo...Nas profundezas da Mãe Terra – o lugar onde habita a Deusa Ancestral de toda a Humanidade!
É preciso ter atravessado os quatro elementos e feito a alquimia com o quinto no território do canto suave, do tambor forte, das lágrimas que caem, do perdão e da liberdade de ser aquilo que se é.Fui testemunha com mais 21 pessoas desse momento encantado que a Xamã Alba Maria nos trouxe lá das terras da Bahia de Todos os Santos!Minha terra, também!
As mulheres foram chegando com suas histórias tecidas ao longo do tempo, envolvidas nas tramas familiares, nos ajustes e nos acertos.Um olhar mais doce.Um corpo rígido. Uma estrutura emocional desejando se libertar.Uma história aqui.Outra acolá...A história da Humanidade.Cada fala era um “expressar arquetípico” que de desvelava num universo onde a FEMININO SAGRADO ia fazendo a sua tessitura mística!
Vem muito a metáfora da “avó aranha” aquela que sabe tecer com maestria os fios da luz que ilumina a escuridão da noite escura da alma.Lógico que toda essa leitura mítica que estou fazendo ela foi sendo construída em cada momento onde a visão interior se abria e se manifestava o oculto.A leitura do encontro não é fácil, nem ordenado,ela é labiríntica como o próprio “ser feminino”.Entra-se no labirinto como uma busca, leva-se aquilo que se é, a sacola de talismã é necessária para não se perder, os guardiões de cada pessoa são convocados para um testemunho de uma transformação interna e pessoal.O trabalho do FEMININO SAGRADO tem também seus guardiões e são ferozes,fantasmagóricos refletem a nossa sombra velada!
Sempre é salutar vislumbrar e saborear a sombra no coletivo, ela ganha a força do monstro que teremos que enfrentar.Lembro-me bem das palavras da Xamâ Alba Maria “quanto mais os monstros se apresentam como guardiões do portal do tempo, mas se tem a consciência – estou mais perto de mim – e somente assim poderei ver a luz!” Mágico pensar que tudo isso é permeado por nossas emoções não qualificadas! Com a meiguice e a sabedoria que lhe são familiares por vivência iniciática as palavras, os ensinamentos, a atenção interiorizada a cada fala expressada,a cada pedido, a cada riso, a cada lágrima foram encontrado um continente poderoso de estímulo “ vá mais fundo...é possível...mergulhe mais e encontre a sua pérola e ninguém pode usurpá-la! É o pranto da humanidade mais uma vez manifestando-se!
Nesse momento alquímico é a “manta da consolação que nos abriga”!A “MANTA XAMÂNICA “ que foi trazida para nós tinha os dois lados emocionais...quanto mais luz mais a sombra aparece!No processo de individuação é necessário olhar os dois lados.Um trabalho do feminino que mira somente o aspecto iluminado pode se perder no caminho...Confundir a “perita” com o “ouro”...O caminho do feminino sagrado percebido somente do lado da luz é o ouro do tolo...Uma mente embriagada vagando por uma estrada desconhecida!É preciso coragem para entrar na “caverna onde habita o grande Urso” e se confrontar com a sua tatuagem ferida!Mas é nesse momento de mistério encantado que o processo da cura se inicia.A cada ferida –um perdão!A cada lembrança – uma bênção!A cada despedida – um novo encontro!A cada atropelo – uma mão que segura! A cada choro – um lenço para as lágrimas!A cada aperto no coração – uma canção cantada pela Xamã, nos chamando para a vida, para o encontro,para a alegria de viver,para a liberdade de voar como Águia soberana e bela. Majestosa na sua contemplação do infinito que habita em nossas almas.
Aí, chegou a Senhora da Floresta!Trazia o manto de Gaia verde e luxuriante espalhando o perfume das ervas curadoras! O canto se fez Silêncio Sagrado.
Ouviam-se as folhas, os pássaros, a mata era e é a cura!Ela veio.A Rainha Ancestral de todas nós.Uma memória foi acessada, um código foi decifrado, um canal foi aberto, uma escrita foi entendida nas canções e lembranças que as águas sempre trazem!
FEMININO CURADO!Tornou-se SAGRADO!
É preciso lucidez para sustentá-lo, mantê-lo vivo...Se não, perdemos de novo a re-escrita da história! É preciso que a história do passado não se repita.
Bênçãos para todos os nossos descendentes, toda a nossa linhagem, todos os ancestrais.
Há de se cuidar desse momento onde se teve a experiência de um FEMININO SAGRADO!
Hey Grande Espírito!
Hey Pachamama!
Hey Xamã!


topo